terça-feira, 23 de junho de 2015

OS LIVROS DO POETA ANTONIO COSTTA


Antonio Costta nasceu em 24 de abril de 1972 no município de Pilar, estado da Paraíba, Brasil. Filho do agricultor Severino Honorato da Silva e da dona de casa Maria José da Costa Silva. É casado, pai de três filhos e presbítero da Assembléia de Deus de Itabaiana.
É autor da letra do Hino Oficial de Pilar-PB, de dois CDs de poesias recitadas e de seis livros de poesias: Um Juntador de Palavras (2003); Poesia Nordestina (2004); Coletânea Poética (2009); Chuva de Poesias (2011) Lira dos Quarenta Anos (2012) e O Poder do Amor (2014) A Moça do Coreto (2015) e recentemente disponibilizou no clube de Autores "Poesia reunida - de 2003 a 2015" e "Poesia Comentada".

Antonio tem participado de vários fóruns literários em língua portuguesa e espanhola, a exemplo do “Poesia Pura”, “Poetas do Amor e da Paz” e “Recanto das Letras”.
Apesar de considerar-se apenas “Um Juntador de Palavras” (título de seu primeiro livro) o poeta Antonio Costta, com sua simplicidade, tem conquistado, a cada dia, mais admiradores mundo afora.
Em fevereiro de 2015 ele tornou-se membro da Academia de Cordel do Vale do Paraíba.


Todos os livros do poeta Antonio Costta estão disponíveis para a venda no site do Clube de Autores. Para acessar o site basta clicar neste link: 



segunda-feira, 22 de junho de 2015

Antonio Costta lançará novo livro na Academia Paraibana de Letras

 

O poeta pilarense/itabaianense Antonio Costta lançará seu sétimo livro de poesia "A Moça do Coreto", a partir das 14 horas do dia 11 de Julho, na sede da Academia Paraibana de Letras, em João Pessoa-PB.

O evento será coordenado pela Academia de Cordel do Vale do Paraíba que tem como presidente o poeta Sander Lee, como secretário Fabio Mozat e Antonio Costta, tesoureiro. Recentemente o poeta Jessier Quirino foi aclamado Presidente de Honra dessa Academia que luta pela valorização da cultura popular nordestina, especialmente a literatura de cordel.

No livro Antonio Costta conta uma história de amor, em versos de cordel, protagonizada por Rosa Maria (filha de um agricultor pilarense) e o jovem Dr. Luiz Ferraz (filho de um rico fazendeiro itabaianense) que se conhecem na festa de inauguração do coreto de Itabaiana em 1914 e se apaixonam à primeira vista. 



Eles enfrentaram forte preconceito social, especialmente por parte do pai de Dr. Luiz Ferraz que queria que o filho se casasse com uma moça rica. Mas a história tem um final feliz: termina com o casamento dos dois no palco do coreto de Itabaiana, onde eles se conheceram. O livro é emocionante! 



Leia abaixo alguns comentários de poetas e escritores a respeito do livro:

“Antonio Costta com “A Moça do Coreto” reafirma seu compromisso com a poesia popular nordestina da melhor qualidade, em momento de louvor a um patrimônio histórico que é o símbolo de nossas tradições culturais, o centenário coreto da Praça Manoel Joaquim de Araújo, na nossa Itabaiana do Norte.”

Fábio Mozart
(Poeta e Jornalista – João Pessoa/PB)

***

“Com A Moça do Coreto uma nova geração passa a conhecer mais desses pequenos espaços físicos, e muito mais que isso, será tocada por uma estória que começou num coreto, teve continuidade em um altar, e resistindo ao tempo tornou-se estória de um amor imortal.”

João Victor da Silva
(Poeta de Sapé-PB)

***

“Que maravilha de cordel que entrega de vez a posição de Antonio Costta enquanto escritor (...) Ao longo dos seus três séculos de existência, poucos Coretos terão homenagem tão cristalina e sincera quanto essa que me atrevo a apresentar feita por quem entende de saudade e de letras.”

Efigênio Moura
(Escritor – da Academia Campinense de Letras)

***

“O poeta Costta desenrola essa ode com o cheiro das flores do campo e os cânticos do passaredo, entremeando com os obstáculos do preconceito, para um tempero mais apurado, porém fechando com um final de grande alegria, como em noite de retreta.
O livro A Moça do Coreto, entretanto, não é só paixão de cinema. É também um reflexo dos encontros do poeta com a poesia, nas suas mais diversas formas de revelações.”

Poeta Sander Lee
(Presidente da Academia de Cordel do Vale do Paraíba)


O livro já está sendo vendido antecipadamente no site do Clube de Autores. 

Para acessar o site basta clicar neste link:


quarta-feira, 6 de maio de 2015

CHIBATA PRETA

(Clique na imagem para ampliar)

CHIBATA PRETA


Quem é que não se lembra
De uma negra, CHIBATA,
Que morava na Estação
E cozinhava em uma lata?

Eu vinha de Chã de Areia,
Por Figueiredo passava,
E chegando na Estação
Chibata Preta encontrava!

Conhecida por Chibata,
Chibata, Chibata Preta,
A pobrezinha, coitada,
Não tinha posses nem letra!

Era uma pobre indigente
Que morava bem ao léu;
Tinha por cama o chão
E por cobertor, o céu!

Era um amontoado de lixo
Na margem daquela rua;
Era a “casa” da Chibata
Iluminada pela lua...

E por que “Chibata Preta”,
Também queres entender?
N'era porque tinha u'a chibata
Pra si mesma defender.

Era porque a pobrezinha,
Que cozinhava em uma lata,
Era magra e pretinha
Parecendo uma chibata!...

Era a Chibata Preta
Conhecida no Pilar
E também da região
Que vinha nos visitar.

Era o terror das crianças
Aquela negra Chibata,
Que morava na Estação
E cozinhava em uma lata!...

Mas um dia a pobrezinha
Partiu da nossa cidade,
Pois passava frio e fome,
Tamanha necessidade!

E Pilar inda se lembra,
E alguns sentem saudade
Daquela mulher pretinha...
Que partiu pra eternidade!

(de meu livro "Um Juntador de Palavras" - pulicado em 2003)

Foto de Chibata Preta cedida pela amiga pilarense Rosani Souza

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

POETAS PILARENSES ANTONIO COSTTA E EVANIO TEIXEIRA TOMAM POSSE NA ACADEMIA DE CORDEL DO VALE DO PARAÍBA



Os poetas pilarenses Antonio Costta e Evanio Teixeira tomam posse na Academia de Cordel do Vale do Paraíba no dia 24 de janeiro, na Casa de Recepções Maison Finesse, em Itabaiana-PB. O primeiro é autor de vários livros de poesia, entre eles o cordel “A moça do coreto”. Evanio teve poema recentemente escolhido para constar na coletânea “Novos talentos poéticos da terra de José Lins do Rego”.




Antonio Costta terá como patrono o cordelista Francisco Firmino de Paula, nascido em Pilar a 2 de abril de 1911, tendo falecido no Recife em 3 de dezembro de 1967. Como todo cordelista da velha geração, Francisco era amante da arte tipográfica e da poesia popular, tendo construído sua própria impressora. Começou a escrever por volta de 1926. Dentre seus folhetos, destacam-se História do Boi Leitão ou O Vaqueiro que não Mente e O Herói do Ar.


Evanio Teixeira homenageia o poeta pilarense José Alves Pontes, que nasceu em 8 de fevereiro de 1920 e faleceu em 11 de novembro de 2009. Semelhante a Antonio Costta, José Alves tinha pais agricultores, trabalhou na roça até os 23 anos de idade. Com a morte do pai em 1948, veio morar em Itabaiana, onde arrumou emprego na tipografia “A Folha”. Foi aí que aprendeu a arte tipográfica. Em 1951 foi morar em Guarabira, passando a trabalhar na gráfica de outro importante cordelista, Manoel Camilo dos Santos. Depois, montou sua própria tipografia. Escreveu apenas dois folhetos: História de Geraldo e Silvina e Ronaldo e Antonieta, os quais tiveram grande sucesso, com milhares de exemplares impressos e várias edições esgotadas.




Poetas cordelistas da Paraíba, Rio Grande do Norte e Pernambuco fundaram a Academia de Cordel do Vale do Paraíba, sendo realizada a posse dos acadêmicos e da primeira diretoria neste sábado, 24 de janeiro, na Casa de Recepções Maison Finesse, em Itabaiana, com as presenças do Secretário de Cultura da Paraíba, Lau Siqueira, Presidente da Academia de Letras da Paraíba, Damião Ramos Cavalcanti, Secretário de Cultura de Itabaiana, Luciano Marinho, Presidente da Academia Feminina Paraibana de Literatura e Arte, Bernardina Freire, pesquisadores da cultura popular, a exemplo da professora Ana Almeida, de Sapé, e da poeta cordelista Sonia Gervásio, de Caruaru, entre outros admiradores dessa arte popular.
A entidade elegeu por aclamação como primeiro presidente o cordelista Sander Lee, secretariado por Fábio Mozart e tendo na tesouraria o poeta Antonio Costta. A assessoria de imprensa ficou a cargo do jornalista Dalmo Oliveira e Valdemir Almeida assumiu como Relações Públicas.


O Secretário de Cultura do Estado, poeta Lau Siqueira, aproveitou a ocasião para doar um violão para a escola de música do Ponto de Cultura Cantiga de Ninar, tendo recebido antes certificado de honra ao mérito cultura.


A nova casa da poesia popular será composta com 28 cadeiras. “Para mim foi uma grande honra ser empossado na Academia de Cordel do Vale do Paraíba, ocupando a cadeira nº 08, que tem como patrono o cordelista Francisco Firmino de Paula, o que só aumenta a minha responsabilidade em defender a cultura paraibana”, disse Antonio Costta.


Antes da solenidade de posse, os poetas repentistas Biu Salvino e Heleno Alexandre realizaram cantoria, com demonstrações dos diversos estilos e gêneros dessa arte, modalidades como a quadra, a sextilha, o mourão voltado e décimas. Para encerrar a noite dos poetas cordelistas, foi servido coquetel, e o grupo de música regional “Ganzá de Ouro” executou alguns números. 

Fotos: Ranys Ribeiro
Redação: Tribuna do Vale Online

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Poemas de Antonio Costta farão parte de espetáculo em Portugal

  
A atriz portuguesa Joana Bastos pediu autorização ao poeta Antonio Costta para incluir alguns de seus poemas de amor em um espetáculo teatral que será apresentado no Fundão – Portugal, no próximo mês de abril.

A peça será encenada pelo ator/professor Ruben Saints. Ator formado na Escola Superior de Teatro e Cinema e professor de expressão dramática no Conservatório Nacional de Música.

A atriz entrou em contato com o poeta, via e-mail, pedindo autorização para incluir poemas de sua lavra na última parte do espetáculo, onde declamarão vários poemas sobre o amor.

O poeta Antonio Costta, autor de "O Poder do Amor" (uma coletânea poética em parceria com nais quatro poetas estrangeiros) e de mais seis livros de poemas, sentiu-se lisonjeado e agradeceu a atriz Joana Bastos pela divulgação de suas poesias em terra lusitana.

(Poeta Antonio Costta)


Em 2013, Costta também teve o poema “Soneto do Pássaro”, apresentado em Portugal num projeto cultural intitulado: “Pássaro e Liberdade”. Inclusive com matéria publicada no site da Faculdade de Filosofia de Braga, como consta neste link: http://www.eacfacfil.net/?p=4621

sábado, 20 de dezembro de 2014

POETA ANTONIO COSTTA LANÇA LIVRO EM PARCERIA COM QUATRO POETAS ESTRANGEIROS


            O poeta Antonio Costta lançou no dia18 de dezembro de 2014, no Maison Finesse, em Itabaiana-PB, o livro de poesia O Poder do Amor - uma coletânea poética escrita em parceria com quatro poetas estrangeiros: Maria Petronilho (Portugal), Alma Velazquez de la Mora (México), Cristino Vidal Benavente (Espanha) e Teresa Ovejero de Vinciguerra (Argentina), todos versando sobre o maior de todos os sentimentos: o AMOR.

            O evento de lançamento do livro teve o apoio da Secretaria Municipal de Cultura de Itabaiana-PB, dirigida pelo secretário Luciano Marinho.

            Um seleto público compareceu a festa, destacando a presença do secretário municipal de cultura de Itabaiana Luciano Marinho, representando o prefeito Antonio Carlos que estava em Brasília, os poetas Agenor Otávio e Orlando Otávio, e os vereadores José Wbiratan e Semeão Rodrigues, que representaram a Câmara Municipal de Itabaiana.

            O músico José Cosmo de Sousa apresentou quatro poemas que ele musicou do poeta Antonio Costta, abrilhantando a noite com a melodia de sua voz e os acordes de seu violão.

            Sobre o livro assim escreveu o prefaciador da obra, o poeta Rubenio Marcelo da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras:
           
            “Nestes tempos em que vibram os sinos, convocando ao templo da humanidade os fiéis dos desígnios do amor e da paz, temos que verdadeiramente aplaudir os idealizadores de uma proposta como a que estamos presenciando nesta obra “O Poder do Amor”.
                       
            ...O amor pede imortalidade” – assim atestou Platão na antiga Grécia. E é exatamente isto, a eternidade do amor, que os poetas que integram esta obra [cada um ao seu estilo] exercitam e defendem, como bem assevera Maria Petronilho: “amar é o ato de Ser, / e Ser É continuar...”. Quanto ao modus poetandi dos cinco autores, temos uma agradável e harmônica diversidade que, certamente, arrebatará e transcenderá os leitores em geral.

            ...Todos, enfim, manejando a palavra melodiosa [e o verso] com clareza de espírito e nobreza de caráter, e conferindo dignificantes mensagens poéticas em consonância com as sagradas vibrações da existência.

            ...Por tudo isto (e muito mais) a leitura desta obra torna-se um exercício prazeroso e necessário. Assim, que os nossos olhares cotidianos também sejam balizados pelos horizontes inefáveis destes cinco virtuosos olhares (que compõem esta coletânea poética)... sempre na direção do Amor... Assim seja!

            Fizeram uso da palavra os seguintes oradores: secretário de cultura Luciano Marinho, os poetas Orlando e Agenor Otávio, os vereadores Semeão Rodrigues e José Wbiratan.

            Finalizando o evento, o poeta Antonio Costta agradeceu ao apoio da Secretaria de Cultura, a participação dos poetas estrangeiros no livro, ao público presente, e homenageou a sua musa inspiradora: Neide Costa (sua esposa) declamando alguns poemas em sua homenagem.

(Imagens: Herberty Barbosa e Ranys Ribeiro)
































Contracapa do livro


Mensagem do poeta espanhol Cristino Vidal Benavente






HINO OFICIAL DE PILAR

POEMAS EM DEFESA DO RIO PARAÍBA


Devemos valorizar nossos artistas enquanto estão vivos

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