quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

GANHAR, MAS COM A VERDADE


    Na política nem sempre ganhar é ganhar e perder é perder; pois quem ganha com a mentira - perde; e quem perde com a verdade - vence!
     Sim! Quem ganha com a mentira perde a credibilidade, pois o povo logo descobre. Como diz o adágio popular: a mentira tem pernas curtas. A decepção é eminente!...
     O melhor mesmo é sempre falar a verdade! Pois quem prega a verdade, independente do resultado da eleição, será sempre um vencedor.
     Por isso façamos a nossa parte plantando a semente da verdade no coração das pessoas. Um dia ela germinará e frutificará, iluminada pelo sol da justiça!

COM OS MESMOS IDEAIS


Conheço meu amigo José Cosmo de Souza desde a minha infância, quando ele ia tocar violão nas missas celebradas pelo Padre Manuel Gomes, no Sítio Chã de Areia.
O professor Zé Cosmo, como é mais conhecido, é um cidadão do bem, pacato, trabalhador, um honrado pai de família, que enaltece a terra que lhe acolheu como filho – a histórica Pilar de José Lins do Rego.
Sempre tive uma grande admiração pelo meu amigo que é, sem sombras de dúvidas, um dos melhores músicos do Estado da Paraíba!
Em 1999 eu escrevi uma poesia intitulada “Cantemos a Nossa Terra” e levei para mostrar a ele que gostou muito da composição e se prontificou de musicá-la. Na outra semana voltei à sua casa e para minha surpresa ele já tinha musicado aquela poesia, um de meus primeiros rebentos poéticos. Fiquei encantado com a melodia. Estava nascendo ali o Hino de Pilar, que três anos após seria oficializado pela Câmara Municipal, através de um projeto de lei apresentado pela vereadora Lúcia Alcântara.
Após a criação da melodia do hino Zé Cosmo ainda musicou vários poemas meus, como “Carro de Boi”, “Chuva de Poesia”, “Visitando Minha Terra”, “Você”, “Águas da Poesia”, entre outros. Estudamos até a possibilidade de lançar um CD com essas composições.
Nos lançamentos de meus livros Zé sempre foi meu convidado de honra. Com seu violão e com sua voz que faz lembrar o cantor Chico Buarque de Holanda, ele nunca mediu esforços para nos prestigiar com sua presença, abrilhantando a festa com seu extraordinário talento.
Nós sempre estivemos unidos pelos mesmos ideais de fortalecimento da cultura de nossa terra. Mas agora, diante da crise de gestão pública que o nosso município enfrenta, chegou a hora de não apenas cantarmos nossa terra, mas de lutarmos por uma Pilar melhor, mais digna para pilarenses. Onde haja transparência na gestão dos recursos públicos e de muito mais fraternidade e respeito para com os nossos conterrâneos.



        Que este ano de 2016 seja o ano da verdadeira mudança para Pilar; da quebra de paradigmas, ruptura com o passado, libertação do presente e avanço para um futuro de paz e esperança.
Chegou a hora de virar a página e de escrevermos uma nova história. 
Com certeza alguns dirão que a nossa campanha será a mais pobre, mas o que importa?... Se é para os pobres mesmos que queremos ter a oportunidade governar.
Seremos, sim, os candidatos dos pobres, do povo humilde de Pilar.
Que nosso Deus nos ajude nesta nossa caminhada em defesa da terra que Deus nos deu para amar: nossa querida Pilar.

Antonio Costta 








(CLIPE DO HINO OFICIAL DE PILAR)
- Gravado em 2008 -
Violão - José Cosmo
Voz - Jordânia Borges


terça-feira, 17 de novembro de 2015

Antonio Costta - no Programa Nossa Paraíba, da Tv Assembléia.



sábado, 14 de novembro de 2015

DOCUMENTÁRIO SOBRE PILAR-PB (TV ASSEMBLEIA)

Assista os três vídeos do documentário sobre o município de Pilar-PB, gravado pela TV Assembleia e exibido no programa Nossa Paraíba. 

Com depoimentos de Cesar AugustoLandoaldo Filho

Odete de Pilar e Antonio Costta







segunda-feira, 12 de outubro de 2015

1º CONCURSO DE REDAÇÃO E DESENHO DA SOFT EM PILAR


O poeta Antonio Costta, através da Soft World Informática, promoveu o 1º concurso de redação e desenho com alunos das redes municipal e estadual de ensino do município de Pilar, e esteve presente premiando os alunos classificados com bolsas parciais de estudo para o curso de computação, livros e CD’s de poesia.


A premiação foi entregue aos alunos e seus familiares na manhã do dia 10 de outubro (sábado) no Ginásio Poliesportivo de Pilar – onde está funcionando temporariamente uma escola do município.



O objetivo do concurso foi motivar a produção textual e artística dos alunos da terra do grande romancista José Lins do Rego, que tem se destacado também com terra de novos talentos e também de proporcionar a oportunidade de se qualificarem mais cedo para o mercado de trabalho através do acesso ao curso profissionalizante de informática.
















sábado, 19 de setembro de 2015

Poemas em defesa do Rio Paraíba do Norte


RIO PARAÍBA

Rio Paraíba
sangrado
saqueado
aviltado.

Rio Paraíba
desmatado
cercado
e esbarrado.

Rio Paraíba
invadido
extraído
poluído.

Rio Paraíba
controlado
minguado
privatizado.

Rio Paraíba
que saudade
da liberdade...
da integridade!

Rio Paraíba
berço da vida
água bebida...
que saudade!



ESSE RIO QUE EXISTE AGORA 

Esse rio que existe agora
tão diferente na lida,
será o mesmo d'outrora,
da nossa infância querida?

Esse rio que existe agora
d'água suja, poluída,
será o mesmo d'outrora
ou é outro rio sem vida?

Esse rio que existe agora
sem ter mais força no ventre,
será o mesmo d'outrora
ou corre morto somente?

Esse rio que existe agora,
sem árvores em suas margens,
será o mesmo d'outrora
ou será uma miragem?

Esse rio que era tão limpo,
d'água pura, cristalina,
não sacia mais a sede
desta terra nordestina!

Esse rio que era tão cheio
de tilápia e de pial,
por que está assim deserto?
Nos responda o homem mal!...




QUANTO VALE A AREIA DO RIO?

Quanto vale a areia do rio
que a natureza juntou?
anos e anos, a fio,
tesouro que ela guardou.

Quanto vale a areia do rio
onde o vento deita e rola?
Quanto vale a areia do campo
onde eu brincava de bola?

Quanto vale, queremos saber,
a areia do Rio Paraíba?
que estão, todo dia, a vender,
agredindo o leito, a vida!

Quanto vale a areia do rio?
Entregue em troca de nada?
Ou vendida a preço d'ouro,
tesouro da terra amada!

Por homens gananciosos
que fazem negociata.
Quanto vale a areia do rio,
do rio que se fere e mata?!



QUEM ESCUTA A VOZ DO RIO?

Quem escuta a voz do rio
Sussurrando atrás do morro?
Quem escuta a voz do rio
Nos clamando por socorro?

Quem escuta a voz do rio
E dele se compadece?
Pois o rio está clamando
por socorro, pois perece!

Quem escuta a voz do rio?
Quem escuta a sua voz?
Não ouves a voz do rio
Clamando por todos nós?...

Quem escuta a voz cansada
Das águas tão poluídas?
Quem escuta a voz do rio
Lutando para ter vida?...

Quem escuta a voz do rio?
Quem escuta a voz do leito?
Pois quem deixa a voz das águas
Adentrar para o seu peito?...


Atentai pro seu clamor,
Criança, jovem, adulto!
Não deixem o rio morrer...
A terra ficar de luto!



RIO PARAÍBA DO NORTE

Paraíba do Norte, oh rio Paraíba!
Quem te prendeu na barragem Acauã?
Cadê tuas águas? O teu grande afã?...
Quem foi que te fez franzino na vida?

Quem foi que arrancou tuas plantas das margens?
Quem foi que enfiou essa draga em teu peito?
Quem te carregou toda areia do leito,
Deixando-te assim, quase uma miragem?...

Rio Paraíba do Norte e da morte
Outrora tão cheio, tão bravo, tão forte!
Hoje tão frágil diante de mim...

Onde eu menino, banhei-me em tua água,
Pesquei camarão, piaba e tilápia...
Hoje tão seco... Será o teu fim?!...  


*******

O HOMEM NÃO É UM BICHO

O homem não é um bicho,
mas se torna um bicho-homem;
quando ele polui o rio
das águas que ele consome!

O homem não é um bicho,
mas perde todo renome;
quando ele polui as águas
dos peixes que a gente come!

O homem não é um bicho,
mas esse nome faz jus;
quando ele joga no rio
o lixo que ele produz!

O homem não é um bicho,
mas se torna um lobisomem;
quando agride a natureza,
não tem outro cognome!

E-mail: antoniodacostta@gmail.com

***
Três poemas recitados com fundo musical:


Para fazer download do áudio destes poemas, em mp3, acesse: http://www.suamusica.com.br/ANTONIO_COSTTA/quem-escuta-a-voz-do-rio

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

FALTA D’ÁGUA NO VALE DO PARAÍBA – DE QUEM É A CULPA?...


De quem é a culpa da falta d’água nas cidades de Itabaiana, Juripiranga, São José dos Ramos e Pilar?... - Municípios que deveriam estar sendo abastecidos com águas oriundas da barragem Acauã.
A culpa e a total responsabilidade são da CAGEPA que mostra o seu despreparo administrativo e sua falta de aparelhamento para sanar os problemas provenientes de sua própria administração.
A CAGEPA , se fosse uma empresa responsável e bem administrada, deveria supervisionar seus reservatórios d’água periodicamente, examinando inclusive sua profundidade, então constataria, com antecedência, os primeiros sinais de um problema iminente, como o aterramento da barragem do distrito de Campo Grande (em Itabaiana). E logo providenciaria uma solução sem ter que penalizar a população que depende do consumo de seu produto para a sobrevivência.
Neste caso específico já era para CAGEPA estar ciente do problema com muita antecedência (se ela supervisionasse o estado de seus reservatórios periodicamente, como já disse), então não seria pega de surpresa causando um grande transtorno para os moradores da região do Vale do Paraíba.
Quando o usuário atrasa uma fatura da conta d’água ele é multado e, além disso, a cada dia de atraso somam-se os juros, mas quando a CAGEPA atrasa o fornecimento d’água qual a multa que lhe é aplicada? Quanto de juros que ela paga?... Cadê a justiça pra fazer justiça num caso desse?...

Não obstante, logo aparecem os aproveitadores, os oportunistas querendo tirar proveito do caos instalado, como os areeiros com suas empresas de extração mecanizada de areia dos leitos dos rios, a preço de quase nada para venderem a preço de ouro, sem nenhum beneficio para a população.
A verdade é que não é de hoje que a seca gera lucro. A população fragilizada pela escassez de tudo é um alvo fácil para os conquistadores de voto. Com a chegada dos primeiros carros-pipas nos municípios não faltam vereadores que queiram se promover, fazendo questão de aparecerem segurando a mangueira e distribuindo o precioso líquido


(Foto ilustrativa)
Até quando vamos precisar ver cenas ridículas como essas que constrangem e humilha o cidadão?... Quando haverá leis que obriguem as empresas prestadoras de serviços, como a CAGEPA, cumprirem a rigor seus deveres e não lesarem seus usuários?... Quando sentiremos orgulho de ser brasileiro porque os serviços, tanto públicos como privados, funcionam como devem funcionar em nosso país?...
Que país é este onde as leis existem para serem descumpridas e as tragédias são aguardadas pelos urubus de plantão?!...

terça-feira, 14 de julho de 2015

LANÇAMENTO DO LIVRO "A MOÇA DO CORETO"


Foi lançado na tarde do dia 11 de julho, na Academia Paraibana de Letras, em João Pessoa-PB, na 3ª plenária da ACVPB, "A Moça do Coreto" - 7º livro de poesia do poeta pilarense/itabaianense Antonio Costta. 

No livro o poeta conta uma emocionante história de amor, em versos de cordel, protagonizada por Rosa Maria (filha de um agricultor Pilarense) e o jovem Dr. Luiz Ferraz (filho de um rico fazendeiro Itabaianense) que se conhecem na festa de inauguração do coreto de Itabaiana em 1914 e se apaixonam à primeira vista. Eles enfrentaram forte preconceito social, especialmente por parte do pai de Dr. Luiz Ferraz que queria que o filho se casasse com uma moça rica. Mas a história tem um final feliz: termina com o casamento dos dois no palco do coreto de Itabaiana, onde eles se conheceram. A obra ainda ainda traz outros poemas nordestinos da lavra do autor.

Recentemente Costta teve um de seus poemas, intitulado “Verde que te quero verde”, classificado num concurso nacional de poesia, o “Sarau Brasil 2015”, da Editora Vivara. O poeta, que se autodenomina apenas como um simples "juntador de palavras" também teve uma de suas crônicas, “Memórias da minha infância”, selecionada para compor o livro didático “Coleção Caminhos, 2º ano, da Editora Sefe de Curitiba/PR.

São singelos gestos como estes que nos fazem renovar a esperança e acreditar na nossa aventura de escritor.” Afirmou Costta, comemorando suas novas conquistas no campo literário.

 Leia abaixo alguns comentários de poetas e escritores a respeito do livro A Moça do Coreto:

“Antonio Costta com “A Moça do Coreto” reafirma seu compromisso com a poesia popular nordestina da melhor qualidade, em momento de louvor a um patrimônio histórico que é o símbolo de nossas tradições culturais, o centenário coreto da Praça Manoel Joaquim de Araújo, na nossa Itabaiana do Norte.”
Fábio Mozart
(Poeta e Jornalista – João Pessoa/PB)

***

“Com A Moça do Coreto uma nova geração passa a conhecer mais desses pequenos espaços físicos, e muito mais que isso, será tocada por uma estória que começou num coreto, teve continuidade em um altar, e resistindo ao tempo tornou-se estória de um amor imortal.”

João Victor da Silva
(Poeta de Sapé-PB)

***

“Que maravilha de cordel que entrega de vez a posição de Antonio Costta enquanto escritor (...) Ao longo dos seus três séculos de existência, poucos Coretos terão homenagem tão cristalina e sincera quanto essa que me atrevo a apresentar feita por quem entende de saudade e de letras.”

Efigênio Moura

(Escritor – da Academia Campinense de Letras)

***

“O poeta Antonio Costta desenrola essa ode com o cheiro das flores do campo e os cânticos do passaredo, entremeando com os obstáculos do preconceito, para um tempero mais apurado, porém fechando com um final de grande alegria, como em noite de retrata.

O livro A Moça do Coreto, entretanto, não é só paixão de cinema. É também um reflexo dos encontros do poeta com a poesia, nas suas mais diversas formas de revelações.”

Poeta Sander Lee

(Presidente da Academia de Cordel do Vale do Paraíba)

 
Outros lançamentos já estão sendo programados para as cidades de Itabaiana, Pilar e Boqueirão.

Mais fotos do evento de lançamento do livro na APL:

 

 
 

(Poeta Damião Ramos Cavalcanti - Presidente da APL)
 
(Poeta Sander Lee - Presidente da ACVPB)
 


 
 
 
 

 

 
 
 

 

 


HINO OFICIAL DE PILAR

POEMAS EM DEFESA DO RIO PARAÍBA


Devemos valorizar nossos artistas enquanto estão vivos

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