terça-feira, 17 de novembro de 2015

Antonio Costta - no Programa Nossa Paraíba, da Tv Assembléia.



sábado, 14 de novembro de 2015

DOCUMENTÁRIO SOBRE PILAR-PB (TV ASSEMBLEIA)

Assista os três vídeos do documentário sobre o município de Pilar-PB, gravado pela TV Assembleia e exibido no programa Nossa Paraíba. 

Com depoimentos de Cesar AugustoLandoaldo Filho

Odete de Pilar e Antonio Costta







sábado, 19 de setembro de 2015


RIO PARAÍBA

Rio Paraíba
violentado,
sangrado,
saqueado.

Rio Paraíba
desmatado,
cercado
e esbarrado.

Rio Paraíba
invadido,
extraído,
poluído.

Rio Paraíba
controlado,
minguado,
privatizado.

Rio Paraíba,
que saudade
da liberdade...
da integridade!

Rio Paraíba,
berço da vida,
água bebida...
- que saudade!



ESSE RIO QUE EXISTE AGORA 

Esse rio que existe agora
tão diferente na lida,
será o mesmo d'outrora,
da nossa infância querida?

Esse rio que existe agora
d'água suja, poluída,
será o mesmo d'outrora
ou é outro rio sem vida?

Esse rio que existe agora
sem ter mais força no ventre,
será o mesmo d'outrora
ou corre morto somente?

Esse rio que existe agora,
sem árvores em suas margens,
será o mesmo d'outrora
ou será uma miragem?

Esse rio que era tão limpo,
d'água pura, cristalina,
não sacia mais a sede
desta terra nordestina!

Esse rio que era tão cheio
de tilápia e de pial,
por que está assim deserto?
Nos responda o homem mal!...




QUANTO VALE A AREIA DO RIO?

Quanto vale a areia do rio
que a natureza juntou?
anos e anos, a fio,
tesouro que ela guardou.

Quanto vale a areia do rio
onde o vento deita e rola?
Quanto vale a areia do campo
onde eu brincava de bola?

Quanto vale, queremos saber,
a areia do Rio Paraíba?
que estão, todo dia, a vender,
agredindo o leito, a vida!

Quanto vale a areia do rio?
Entregue em troca de nada?
Ou vendida a preço d'ouro,
tesouro da terra amada!

Por homens gananciosos
que fazem negociata.
Quanto vale a areia do rio,
do rio que se fere e mata?!



QUEM ESCUTA A VOZ DO RIO?

Quem escuta a voz do rio,
Quem escuta a sua voz?
Do rio que está clamando 
Por socorro a todos nós!

Quem escuta a voz do rio
E dele se compadece?
Pois o rio está clamando
por socorro, pois perece!

Quem escuta a voz cansada
Das águas tão poluídas?
Quem escuta a voz do rio
Lutando para ter vida?...

Quem escuta a voz do rio
Nos clamando, em desespero,
Consumido pelas dragas,
A ganância do areeiro?...

Quem escuta a voz das águas?
Quem escuta a voz do leito?
Pois quem deixa a voz do rio
Adentrar para o seu peito?...

Atentai pro seu clamor,
Criança, jovem, adulto;
Não deixem o rio morrer,
A terra ficar de luto!




RIO PARAÍBA DO NORTE

Paraíba do Norte, oh rio Paraíba!
Quem te prendeu na barragem Acauã?
Cadê tuas águas? O teu grande afã?...
Quem foi que te fez franzino na vida?

Quem foi que arrancou tuas plantas das margens?
Quem foi que enfiou essa draga em teu peito?
Quem te carregou toda areia do leito,
Deixando-te assim, quase uma miragem?...

Rio Paraíba do Norte e da morte
Outrora tão cheio, tão bravo, tão forte!
Hoje tão frágil diante de mim...

Onde eu menino, banhei-me em tua água,
Pesquei camarão, piaba e tilápia...
Hoje tão seco... Será o teu fim?!...  


*******


LIBERDADE ENCARCERADA

 
Os dragões mecânicos
não param de cavar,
vão cavando noite e dia
na ribeira do Pilar,
vão deixando o Paraíba
num desarranjo sem par,
quase sem leito e sem vida
pro areeiro enricar!

E o povo todo indaga:
a justiça onde é que está?
Pra que valem tantas leis
se o dinheiro pode comprar
licenças e mais licenças,
a liberdade do Alvará
que encarcera a liberdade
do Paraíba passar!...

O Paraíba de outrora
que assombrava Pilar,
que causava tanto medo
ao menino Lins do Rego
aquele rio onde é que está?
Que invadia o Corredor,
que passava em São Miguel
causando tanto temor,
agora está dominado,
humilhado, maltratado,
quase morto, sim senhor!

Rio preso, encarcerado,
por ganância de dinheiro,
quando serás libertado
do poder dos areeiros?
Ribeirinhos, onde está
aquele rio caudaloso,
que seguia, majestoso,
livremente para o mar?...


******

O HOMEM NÃO É UM BICHO

O homem não é um bicho,
mas se torna um bicho-homem;
quando ele polui o rio
das águas que ele consome!

O homem não é um bicho,
mas perde todo renome;
quando ele polui as águas
dos peixes que a gente come!



O homem não é um bicho,
mas esse nome faz jus;
quando ele joga no rio
o lixo que ele produz!

O homem não é um bicho,
mas se torna um lobisomem;
quando agride a natureza,
não tem outro cognome!




O DONO DO RIO

O Dono do Rio
expulsou o gado,
as lavadeiras de roupas,
os plantadores de batatas,
os jogadores de bola
e dominou o rio,
prendeu suas águas,
deixou só um fio.

O Dono do Rio
montou um areieiro
e hoje vende a areia
por muito dinheiro.
É caçamba saindo,
é caçamba chegando,
e o Dono do Rio
muito mais enricando!

O dono do Rio
construiu mansão,
comprou fazendas,
comprou muito gado,
mas o rio — coitado!
Só foi afundando,
a cada dia sumindo,
a cada dia minguando!

O Dono do Rio
com seus dragões mecânicos,
com sua ganância infinda,
quando menos esperar
ele vai descobrir
que a areia acabou,
que tudo findou,
que a natureza vingou.

O Dono do Rio
um dia verá
que nada é para sempre,
que não é dono de nada!
Que a justiça da terra
pode até ser comprada,
mas a justiça divina
ela vem e não falha!

E-mail: antoniodacostta@gmail.com

***
Poemas recitados em defesa do Rio Paraíba:







Para fazer download do áudio destes poemas, em mp3, acesse: http://www.suamusica.com.br/ANTONIO_COSTTA/quem-escuta-a-voz-do-rio

Poemas em defesa do Rio Paraíba


RIO PARAÍBA

Rio Paraíba
violentado,
sangrado,
saqueado.

Rio Paraíba
desmatado,
cercado
e esbarrado.

Rio Paraíba
invadido,
extraído,
poluído.

Rio Paraíba
controlado,
minguado,
privatizado.

Rio Paraíba,
que saudade
da liberdade...
da integridade!

Rio Paraíba,
berço da vida,
água bebida...
- que saudade!



ESSE RIO QUE EXISTE AGORA 

Esse rio que existe agora
tão diferente na lida,
será o mesmo d'outrora,
da nossa infância querida?

Esse rio que existe agora
d'água suja, poluída,
será o mesmo d'outrora
ou é outro rio sem vida?

Esse rio que existe agora
sem ter mais força no ventre,
será o mesmo d'outrora
ou corre morto somente?

Esse rio que existe agora,
sem árvores em suas margens,
será o mesmo d'outrora
ou será uma miragem?

Esse rio que era tão limpo,
d'água pura, cristalina,
não sacia mais a sede
desta terra nordestina!

Esse rio que era tão cheio
de tilápia e de pial,
por que está assim deserto?
Nos responda o homem mal!...




QUANTO VALE A AREIA DO RIO?

Quanto vale a areia do rio
que a natureza juntou?
anos e anos, a fio,
tesouro que ela guardou.

Quanto vale a areia do rio
onde o vento deita e rola?
Quanto vale a areia do campo
onde eu brincava de bola?

Quanto vale, queremos saber,
a areia do Rio Paraíba?
que estão, todo dia, a vender,
agredindo o leito, a vida!

Quanto vale a areia do rio?
Entregue em troca de nada?
Ou vendida a preço d'ouro,
tesouro da terra amada!

Por homens gananciosos
que fazem negociata.
Quanto vale a areia do rio,
do rio que se fere e mata?!



QUEM ESCUTA A VOZ DO RIO?

Quem escuta a voz do rio,
Quem escuta a sua voz?
Do rio que está clamando 

Por socorro a todos nós!


Quem escuta a voz do rio
E dele se compadece?
Pois o rio está clamando
por socorro, pois perece!

Quem escuta a voz cansada
Das águas tão poluídas?
Quem escuta a voz do rio
Lutando para ter vida?...

Quem escuta a voz do rio
Nos clamando, em desespero,
Consumido pelas dragas,
A ganância do areeiro?...

Quem escuta a voz das águas?
Quem escuta a voz do leito?
Pois quem deixa a voz do rio
Adentrar para o seu peito?...

Atentai pro seu clamor,
Criança, jovem, adulto;
Não deixem o rio morrer,
A terra ficar de luto!




RIO PARAÍBA DO NORTE

Quem foi que arrancou suas plantas das margens?
Quem lhe enfiou essa draga no peito?
E quem carregou toda areia do leito,
Deixando-lhe assim, quase uma miragem?...


Sinto saudade da bela paisagem,
Do rio caudaloso, puro, perfeito.
Até que o homem se achou no direito
De lhe destruir. qual louco selvagem.

Rio Paraíba da terra do Norte,
Outrora tão cheio, tão bravo, tão forte!
Hoje tão frágil diante de mim...

Onde eu menino, banhei-me em sua água,
Pesquei camarão, piaba e tilápia...
Hoje moribundo... Será o seu fim?!...




*******


LIBERDADE ENCARCERADA

 
Os dragões mecânicos
não param de cavar,
vão cavando noite e dia
na ribeira do Pilar,
vão deixando o Paraíba
num desarranjo sem par,
quase sem leito e sem vida
pro areeiro enricar!

Contra esta ação homicida
a justiça onde é que está?
Pra que valem tantas leis
se o dinheiro pode comprar
licenças e mais licenças,
o direito do Alvará
que encarcera a liberdade
do Paraíba passar!...

O Paraíba de outrora
que assombrava Pilar,
que causava tanto medo
ao menino Lins do Rego
aquele rio onde é que está?
Que invadia o Corredor,
que passava em São Miguel
causando tanto temor,
agora está dominado,
humilhado, maltratado,
quase morto, sim senhor!

Rio preso, encarcerado,
por ganância de dinheiro,
quando serás libertado
do poder dos areeiros?
Ribeirinhos, defendei,

trazei de volta ao Pilar
aquele rio caudaloso,
que seguia, majestoso,
livrimente para o mar!


******

O HOMEM NÃO É UM BICHO

O homem não é um bicho,
mas se torna um bicho-homem;
quando ele polui o rio
das águas que ele consome!

O homem não é um bicho,
mas perde todo renome;
quando ele polui as águas
dos peixes que a gente come!



O homem não é um bicho,
mas esse nome faz jus;
quando ele joga no rio
o lixo que ele produz!

O homem não é um bicho,
mas se torna um lobisomem;
quando agride a natureza,
não tem outro cognome!




O DONO DO RIO

O Dono do Rio
expulsou o gado,
as lavadeiras de roupas,
os plantadores de batatas,
os jogadores de bola
e dominou o rio,
prendeu suas águas,
deixou só um fio.

O Dono do Rio
montou um areieiro
e hoje vende a areia
por muito dinheiro.
É caçamba saindo,
é caçamba chegando,
e o Dono do Rio
muito mais enricando!

O dono do Rio
construiu mansão,
comprou fazendas,
comprou muito gado,
mas o rio — coitado!
Só foi afundando,
a cada dia sumindo,
a cada dia minguando!

O Dono do Rio
com seus dragões mecânicos,
com sua ganância infinda,
quando menos esperar
ele vai descobrir
que a areia acabou,
que tudo findou,
que a natureza vingou.

O Dono do Rio
um dia verá
que nada é para sempre,
que não é dono de nada!
Que a justiça da terra
pode até ser comprada,
mas a justiça divina
ela vem e não falha!

E-mail: antoniodacostta@gmail.com

***
Poemas recitados em defesa do Rio Paraíba:







Para fazer download do áudio destes poemas, em mp3, acesse: http://www.suamusica.com.br/ANTONIO_COSTTA/quem-escuta-a-voz-do-rio

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

FALTA D’ÁGUA NO VALE DO PARAÍBA – DE QUEM É A CULPA?...


De quem é a culpa da falta d’água nas cidades de Itabaiana, Juripiranga, São José dos Ramos e Pilar?... - Municípios que deveriam estar sendo abastecidos com águas oriundas da barragem Acauã.
A culpa e a total responsabilidade são da CAGEPA que mostra o seu despreparo administrativo e sua falta de aparelhamento para sanar os problemas provenientes de sua própria administração.
A CAGEPA , se fosse uma empresa responsável e bem administrada, deveria supervisionar seus reservatórios d’água periodicamente, examinando inclusive sua profundidade, então constataria, com antecedência, os primeiros sinais de um problema iminente, como o aterramento da barragem do distrito de Campo Grande (em Itabaiana). E logo providenciaria uma solução sem ter que penalizar a população que depende do consumo de seu produto para a sobrevivência.
Neste caso específico já era para CAGEPA estar ciente do problema com muita antecedência (se ela supervisionasse o estado de seus reservatórios periodicamente, como já disse), então não seria pega de surpresa causando um grande transtorno para os moradores da região do Vale do Paraíba.
Quando o usuário atrasa uma fatura da conta d’água ele é multado e, além disso, a cada dia de atraso somam-se os juros, mas quando a CAGEPA atrasa o fornecimento d’água qual a multa que lhe é aplicada? Quanto de juros que ela paga?... Cadê a justiça pra fazer justiça num caso desse?...

Não obstante, logo aparecem os aproveitadores, os oportunistas querendo tirar proveito do caos instalado, como os areeiros com suas empresas de extração mecanizada de areia dos leitos dos rios, a preço de quase nada para venderem a preço de ouro, sem nenhum beneficio para a população.
A verdade é que não é de hoje que a seca gera lucro. A população fragilizada pela escassez de tudo é um alvo fácil para os conquistadores de voto. Com a chegada dos primeiros carros-pipas nos municípios não faltam vereadores que queiram se promover, fazendo questão de aparecerem segurando a mangueira e distribuindo o precioso líquido


(Foto ilustrativa)
Até quando vamos precisar ver cenas ridículas como essas que constrangem e humilha o cidadão?... Quando haverá leis que obriguem as empresas prestadoras de serviços, como a CAGEPA, cumprirem a rigor seus deveres e não lesarem seus usuários?... Quando sentiremos orgulho de ser brasileiro porque os serviços, tanto públicos como privados, funcionam como devem funcionar em nosso país?...
Que país é este onde as leis existem para serem descumpridas e as tragédias são aguardadas pelos urubus de plantão?!...

terça-feira, 14 de julho de 2015

LANÇAMENTO DO LIVRO "A MOÇA DO CORETO"


Foi lançado na tarde do dia 11 de julho, na Academia Paraibana de Letras, em João Pessoa-PB, na 3ª plenária da ACVPB, "A Moça do Coreto" - 7º livro de poesia do poeta pilarense/itabaianense Antonio Costta. 

No livro o poeta conta uma emocionante história de amor, em versos de cordel, protagonizada por Rosa Maria (filha de um agricultor Pilarense) e o jovem Dr. Luiz Ferraz (filho de um rico fazendeiro Itabaianense) que se conhecem na festa de inauguração do coreto de Itabaiana em 1914 e se apaixonam à primeira vista. Eles enfrentaram forte preconceito social, especialmente por parte do pai de Dr. Luiz Ferraz que queria que o filho se casasse com uma moça rica. Mas a história tem um final feliz: termina com o casamento dos dois no palco do coreto de Itabaiana, onde eles se conheceram. A obra ainda ainda traz outros poemas nordestinos da lavra do autor.

Recentemente Costta teve um de seus poemas, intitulado “Verde que te quero verde”, classificado num concurso nacional de poesia, o “Sarau Brasil 2015”, da Editora Vivara. O poeta, que se autodenomina apenas como um simples "juntador de palavras" também teve uma de suas crônicas, “Memórias da minha infância”, selecionada para compor o livro didático “Coleção Caminhos, 2º ano, da Editora Sefe de Curitiba/PR.

São singelos gestos como estes que nos fazem renovar a esperança e acreditar na nossa aventura de escritor.” Afirmou Costta, comemorando suas novas conquistas no campo literário.

 Leia abaixo alguns comentários de poetas e escritores a respeito do livro A Moça do Coreto:

“Antonio Costta com “A Moça do Coreto” reafirma seu compromisso com a poesia popular nordestina da melhor qualidade, em momento de louvor a um patrimônio histórico que é o símbolo de nossas tradições culturais, o centenário coreto da Praça Manoel Joaquim de Araújo, na nossa Itabaiana do Norte.”
Fábio Mozart
(Poeta e Jornalista – João Pessoa/PB)

***

“Com A Moça do Coreto uma nova geração passa a conhecer mais desses pequenos espaços físicos, e muito mais que isso, será tocada por uma estória que começou num coreto, teve continuidade em um altar, e resistindo ao tempo tornou-se estória de um amor imortal.”

João Victor da Silva
(Poeta de Sapé-PB)

***

“Que maravilha de cordel que entrega de vez a posição de Antonio Costta enquanto escritor (...) Ao longo dos seus três séculos de existência, poucos Coretos terão homenagem tão cristalina e sincera quanto essa que me atrevo a apresentar feita por quem entende de saudade e de letras.”

Efigênio Moura

(Escritor – da Academia Campinense de Letras)

***

“O poeta Antonio Costta desenrola essa ode com o cheiro das flores do campo e os cânticos do passaredo, entremeando com os obstáculos do preconceito, para um tempero mais apurado, porém fechando com um final de grande alegria, como em noite de retrata.

O livro A Moça do Coreto, entretanto, não é só paixão de cinema. É também um reflexo dos encontros do poeta com a poesia, nas suas mais diversas formas de revelações.”

Poeta Sander Lee

(Presidente da Academia de Cordel do Vale do Paraíba)

 
Outros lançamentos já estão sendo programados para as cidades de Itabaiana, Pilar e Boqueirão.

Mais fotos do evento de lançamento do livro na APL:

 

 
 

(Poeta Damião Ramos Cavalcanti - Presidente da APL)
 
(Poeta Sander Lee - Presidente da ACVPB)
 


 
 
 
 

 

 
 
 

 

 


terça-feira, 23 de junho de 2015

OS LIVROS DO POETA ANTONIO COSTTA


Antonio Costta nasceu em 24 de abril de 1972 no município de Pilar, estado da Paraíba, Brasil. Filho do agricultor Severino Honorato da Silva e da dona de casa Maria José da Costa Silva. É casado, pai de três filhos e presbítero da Assembléia de Deus de Itabaiana.
É autor da letra do Hino Oficial de Pilar-PB, de dois CDs de poesias recitadas e de seis livros de poesias: Um Juntador de Palavras (2003); Poesia Nordestina (2004); Coletânea Poética (2009); Chuva de Poesias (2011) Lira dos Quarenta Anos (2012) e O Poder do Amor (2014) A Moça do Coreto (2015) e recentemente disponibilizou no clube de Autores "Poesia reunida - de 2003 a 2015" e "Poesia Comentada".

Antonio tem participado de vários fóruns literários em língua portuguesa e espanhola, a exemplo do “Poesia Pura”, “Poetas do Amor e da Paz” e “Recanto das Letras”.
Apesar de considerar-se apenas “Um Juntador de Palavras” (título de seu primeiro livro) o poeta Antonio Costta, com sua simplicidade, tem conquistado, a cada dia, mais admiradores mundo afora.
Em fevereiro de 2015 ele tornou-se membro da Academia de Cordel do Vale do Paraíba.


Todos os livros do poeta Antonio Costta estão disponíveis para a venda no site do Clube de Autores. Para acessar o site basta clicar neste link: 



segunda-feira, 22 de junho de 2015

Antonio Costta lançará novo livro na Academia Paraibana de Letras

 

O poeta pilarense/itabaianense Antonio Costta lançará seu sétimo livro de poesia "A Moça do Coreto", a partir das 14 horas do dia 11 de Julho, na sede da Academia Paraibana de Letras, em João Pessoa-PB.

O evento será coordenado pela Academia de Cordel do Vale do Paraíba que tem como presidente o poeta Sander Lee, como secretário Fabio Mozat e Antonio Costta, tesoureiro. Recentemente o poeta Jessier Quirino foi aclamado Presidente de Honra dessa Academia que luta pela valorização da cultura popular nordestina, especialmente a literatura de cordel.

No livro Antonio Costta conta uma história de amor, em versos de cordel, protagonizada por Rosa Maria (filha de um agricultor pilarense) e o jovem Dr. Luiz Ferraz (filho de um rico fazendeiro itabaianense) que se conhecem na festa de inauguração do coreto de Itabaiana em 1914 e se apaixonam à primeira vista. 



Eles enfrentaram forte preconceito social, especialmente por parte do pai de Dr. Luiz Ferraz que queria que o filho se casasse com uma moça rica. Mas a história tem um final feliz: termina com o casamento dos dois no palco do coreto de Itabaiana, onde eles se conheceram. O livro é emocionante! 



Leia abaixo alguns comentários de poetas e escritores a respeito do livro:

“Antonio Costta com “A Moça do Coreto” reafirma seu compromisso com a poesia popular nordestina da melhor qualidade, em momento de louvor a um patrimônio histórico que é o símbolo de nossas tradições culturais, o centenário coreto da Praça Manoel Joaquim de Araújo, na nossa Itabaiana do Norte.”

Fábio Mozart
(Poeta e Jornalista – João Pessoa/PB)

***

“Com A Moça do Coreto uma nova geração passa a conhecer mais desses pequenos espaços físicos, e muito mais que isso, será tocada por uma estória que começou num coreto, teve continuidade em um altar, e resistindo ao tempo tornou-se estória de um amor imortal.”

João Victor da Silva
(Poeta de Sapé-PB)

***

“Que maravilha de cordel que entrega de vez a posição de Antonio Costta enquanto escritor (...) Ao longo dos seus três séculos de existência, poucos Coretos terão homenagem tão cristalina e sincera quanto essa que me atrevo a apresentar feita por quem entende de saudade e de letras.”

Efigênio Moura
(Escritor – da Academia Campinense de Letras)

***

“O poeta Costta desenrola essa ode com o cheiro das flores do campo e os cânticos do passaredo, entremeando com os obstáculos do preconceito, para um tempero mais apurado, porém fechando com um final de grande alegria, como em noite de retreta.
O livro A Moça do Coreto, entretanto, não é só paixão de cinema. É também um reflexo dos encontros do poeta com a poesia, nas suas mais diversas formas de revelações.”

Poeta Sander Lee
(Presidente da Academia de Cordel do Vale do Paraíba)


O livro já está sendo vendido antecipadamente no site do Clube de Autores. 

Para acessar o site basta clicar neste link:


HINO OFICIAL DE PILAR- cantado por José Cosmo de Souza

HINO OFICIAL DE PILAR - cantado por Jordânia Borges